Honduras: introdução

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  • Capital: Tegucigalpa
  • Sistema de Governo: República Presidencialista
  • Idioma: Oficialmente é o espanhol. 
  • Moeda: Lempira. 1,00 real = (janeiro 2015)
                        1,00 dolar= 
  • Fuso horário: - 3 horas (em relação à Brasília)
  • Documentos:Passaporte válido. Não é necessário o visto de turista para brasileiros, desde que não permaneça mais de 90 dias no país.
  • Vacinação: Não exigem Certificado Internacional de Vacinação. Mas é bom prevenir e ter o calendário de vacinas atualizado.
  • Como ir
Por avião se pode chegar às maiores cidades de Honduras (Tegucigalpa, São Pedro Sula, La Ceiba). No entanto do Brasil não há voos diretos. Há que se fazer conexão, geralmente, no Panamá se for pela Copa Airlines. 

Estando em algum país da América central é possível chegar por via terrestre utilizando serviços de empresas de ônibus como a Tica Bus, e a Hedman Alas. A outra opção, bem econômica, ao estilo "mochileiro de ser" é o ônibus conhecido como chicken bus. Econômicos sim, mas não tão seguros. Para ter uma ideia melhor de como é viajar dessa forma dê uma olhadinha nesse site Boa Viagem.

  • Como cheguei e saí do país
Estava na Cidade da Guatemala e entrei em Honduras com destino à Copã, por via terrestre, no ônibus da empresa Hedman Alas. O objetivo era conhecer as ruínas maias. De lá segui para a capital, Tegucigalpa, de onde parti por via aérea (Avianca) para a Cidade do Panamá com conexão em El Salvador.
  • Quando ir
A melhor época é entre novembro e abril, o período mais seco. O período mais chuvoso vai de maio a outubro. As temperaturas variam com a altitude.
  • Meios de Pagamento

Fiquei apenas 3 dias em Honduras e só fiz cambio de quetzales na fronteira com a Guatemala e euros em um banco em Copã Ruínas. Mas o dolar é aceito facilmente no mercado. Euros, dificilmente.
Em janeiro/2015: 1 euro= 23 lempiras
                             1 dolar= 21 lempiras (1 real=8 lempiras)


  • Aspectos históricos e geográficos
Honduras foi descoberta em 1500 por Cristóvão Colombo. Com a resistência dos nativos (entre eles maias), onde se sobressaiu Lempira, chefe Lenca, os espanhóis só ocupariam o território a partir 1570, que ficou sob administração geral da Guatemala. Independente em 1838, passou a ser comandada por caudilhos e teve a sua história marcada por golpes de estado e governantes impostos por outros países, especialmente os EUA, que tinham, através de companhias norte-americanas, a posse de quase todas a terras plantadas com bananas, sendo dessa forma uma força poderosa no país.

O país possui duas áreas de planícies, na costa caribenha e na costa do Pacífico, o resto é cortado por cadeia de montanhas, cujas altitudes ultrapassam 2.500 metros.  Não possui vulcões mas está sujeito a terremotos. 

A maioria da população é mestiça e apenas 10% são formados por 8 grupos étnicos. Mas aqui, ao contrário da Guatemala, a presença indígena não é muito marcante. Por conta disso não se vê uma população detentora de um elo muito forte com seus antepassados.


  • Conhecendo o país.
Localizada na América Central, banhada pelo oceano Atlântico (mar do Caribe) e Oceano Pacífico, faz fronteira com a Nicarágua ao sul, El Salvador a oeste e Guatemala ao norte.

Copã

Para quem gosta de fugir das rotas turísticas habituais, Honduras pode ser uma opção.  Se preferir o mar, há a costa caribenha, onde as ilhas da Baía fazem parte da segunda maior barreira de recifes do mundo. Nas montanhas há cidades coloniais e a maior atração, na minha opinião, as ruínas de Copã.

As árvores tomaram conta das ruínas, em Copã

  • Impressões
Fiquei cerca de três dias no país, o que considero muito pouco para fazer uma avaliação melhor. Apesar da fama de país mais violento da América Central e mesmo ter San Pedro Sula (segunda maior cidade do país) no primeiro lugar do ranking de cidades mais violentas do mundo por quatro anos seguidos(veja aqui), não vi qualquer situação que me pusesse em perigo. Apesar de, confesso, ter ficado um pouco apreensiva em andar na capital hondurenha.

Com relação ao transporte público há pontos positivos e negativos a considerar. Como ponto positivo tenho a levar em conta o fato de ter conseguido comprar as passagens de ônibus na empresa Hedman Alas pela internet, sem nenhum problema, o que não consegui fazer com uma das maiores empresas de ônibus do México, a A.D.O., que não permitia a compra com cartão internacional. No entanto, a Hedman Alas modificou o horário de minha saída de Copã para Tegucigalpa, sem qualquer justificativa, o que atrapalhou a minha visita às ruínas de Copã.  

Atentar para o fato de que muitas empresas de ônibus, se não forem todas, têm seu próprio terminal de passageiros e, nem sempre está próximo do lugar onde se está hospedado. No meu caso tive sorte de, em Cidade da Guatemala, de onde embarquei para Copã, em Honduras, o terminal da Hedman Alas se localizava bem próximo do hotel onde fiquei.

Para quem gosta de história e arqueologia, além de desejar conhecer uma das principais ruínas da grande civilização Maia, Copã não pode ficar de fora, e por isso vale a pena conhecer o país.





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