Cuenca


Se me perguntarem qual a imagem que ficou guardada de Cuenca na minha memória, não exitarei em dizer que foram as cúpulas azuladas da  Catedral Nueva . Mas  a capital do estado de Azuay tem muio mais. Tem um Centro Histórico muito bem preservado que lhe valeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade em 1999. A 2.535 m de altitude, Cuenca é a terceira maior cidade do Equador e, atualmente, é considerada uma das cidades de maior poder aquisitivo do país.

Essa condição vem transformando a cidade, a cada dia, em um lugar com melhor qualidade de vida, o que tem atraído muitos estrangeiros para lá.
A origem da cidade remonta o período pré-colombiano e sob o comando dos Cañari se transformou em uma grande cidade muito cobiçada pelos incas, que a conquistou no século 15. Dessa época há poucos vestígios, apenas ruínas de algumas construções próximas ao rio.
Mas sobram construções da época colonial, quando foi fundada com o nome Santa Ana dos Quatro Rios de Cuenca, em 1557.

O Centro Histórico possui várias igrejas, museus e casarios coloniais. O Parque Calderon é a praça principal e nele se destaca a Catedral Nueva  e a Catedral Vieja, que está do outro lado da praça e hoje funciona como um museu.


A Catedral de  La Imaculada Concepcion (Catedral Nueva) teve sua construção iniciada no final do século 19 e ainda não está totalmente concluída. É o símbolo de Cuenca por conta de suas cúpulas azuladas. Tem tijolo aparente no seu revestimento externo e muito mármore no seu interior. Há acesso ao seu teto por uma escadaria interna.

Do alto da Catedral 

A Igreja del Sagrario (Catedral Vieja) foi construída em meados do século 16. Hoje em dia abriga obras sacras, funcionando como museu.



Há capelas com motivos decorativos diversos no interior da igreja.

No Centro Histórico o melhor é caminhar, mas para uma visão geral da cidade está disponível o ônibus turístico que parte da Praça Central e percorre as principais ruas até o Mirador Turi, de onde se tem uma vista privilegiada da cidade.



De Cuenca fiz um Tour até Alausi, onde percorremos 12 km em trem turístico até o Nariz del Diablo. Na volta fizemos uma visita às ruínas incas de Ingarpica (veja aqui).

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