Bogotá

A capital colombiana surgiu em 1538, está sobre uma planície a 2.600 m.s.n.m. e hoje como quarta metrópole da América do Sul é uma cidade moderna e democrática. Possui um eficiente sistema público de transporte (Transmilenium) e e a maior malha de ciclovias da América. Bogotá é fria, mas só nas marcas do termômetro. Seu povo é alegre e educado. Surpreende com o seu planejamento urbano e transmite segurança(a polícia está presente nas ruas mais movimentadas). 



Como uma das maiores cidades sul-americanas, possui um trânsito caótico. No entanto foi implantado um sistema público de locomoção que tem melhorado a mobilidade urbana- o Transmilenium

Não é uma bela cidade, mas como porta de entrada para o país tem os seus atrativos. Resquícios dos tempos coloniais estão no bairro da Candelária, pois um levante em 1948 destruiu boa parte do patrimônio. É onde se concentra a maior parte das atrações turísticas da cidade.
A Praça Simon Bolívar guarda as origens da história da cidade. Lá se encontram os edifícios mais importante, a Catedral, Capilla del Sagrado e o Palacio Arzobispal (alinhados), o Congresso (Capitólio Nacional), a Prefeitura e o Palácio da Justiça.


A Catedral é do século 19 em estilo neoclássico.

                                                                   


O Capitólio, ao fundo
Uma caminhada pelas ruas do bairro já permite uma amostra do que é a cidade: o passado com o seu casario colonial, mesclado ao presente.

... um presente vibrante, marcado por um trânsito agitado, artistas de rua, protestos políticos e populares, policiamento ostensivo, llama caminhando pela rua,venda de minutos de ligação por celular, gente para lá e para cá... 

Um pouco mais ao norte, na Carrera 7, e próximo ao Museu do Oro está a Igreja de San Francisco. É a mais antiga igreja de Bogotá, erguida em 1567. Tem um altar de ouro (1622).
Mais em frente chega-se à Calle 16 e em frente ao Parque Santander está o Museo del Oro, visita imperdível.
Próximo à Praça Bolivar, na Calle 11 se encontra o Complexo Cultural Banco de La República, cujo espaço abriga o Museo Botero, Casa de La Moneda, galerias de arte, espaço para exposições e café.



























Com a reurbanização a cidade ganhou uma Zona Rosa, com bares, restaurantes de categoria internacional, hotéis e shoppings. Uma área dentro desta em formato de T (Zona T), na Calle 82, entre as Carreras 12 e 13, é fechada ao trânsito, local do agito noturno e repleta de bares e restaurantes.  Outra área que se destaca pelos sofisticados restaurantes é a Zona G  que está situada na região entre as Calles 69 e 70.

E assim é Bogotá com uma vida noturna animada, mas também preocupada com a qualidade de vida de seus moradores, com vários parques e uma ampla rede de ciclovias (cerca de 120 km). Mas como em toda grande cidade sul-americana, há a área dos bairros pobres, que se localiza ao sul da cidade.

Para apreciar Bogotá do alto a atração é o Cerro Monserrate. Com seus 3.100 metros de altura, da montanha se tem magníficas paisagens da cidade.

Um passeio interessante para quem dispõe de um pouco mais de tempo na capital é uma visita à catedral de Sal, cerca de 50 km de Bogotá.


A viagem à Bogotá foi a escala final do tour que fiz pelas terras equatorianas. Como estava relativamente perto, resolvi passar por lá antes de retornar ao Brasil.

Foram três dias intensos onde não poderiam faltar as visitas aos Museus. A cidade é famosa pela ampla oferta cultural. São 58 museus e diversas galerias de arte. Como não seria possível ver tudo, conferi os principais: o Museu do Ouro e o Museu Botero.

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