A Marcha dos Pinguins

O que teria esse tema a ver com o projeto de ir à Patagônia? Bom, pinguim tem tudo a ver com a... Patagônia! Agora, por que motivo estaria eu escrevendo hoje, aqui, sobre eles? 
Simplesmente porque foi o dia em que assisti a esse premiado documentário“A Marcha dos Pinguins”: A mais bela das histórias que a natureza criou! Lógico que o meu interesse não foi outro. O simples fato de se falar de uma região que tem despertado o meu interesse nesses últimos meses. 


Foto: divulgação

Não que eu pretendesse ir até a Antártida, mas a Patagônia estava ali, pertinho, pertinho.


O filme relata uma bela história da natureza que se repete a cada ciclo e é fundamental à manutenção de uma espécie: a marcha de milhares de pinguins imperadores em busca do seu  par.

Enfileirados eles, por instinto, deixam seu habitat natural em direção ao deserto gelado da Antártida em uma maratona de luta pela sobrevivência até realizar seu ritual de acasalamento. Superando desafios, como animais ferozes, temperaturas extremamente baixas, ventos congelantes e águas profundas e traiçoeiras, esses animais encontram o seu amor de inverno.

O documentário mostra que o casal se separa após um breve tempo, suficiente para a fecundação. A fêmea deixa o ovo para ser chocado pelo macho, enquanto retorna para o mar em busca de alimento.  Por 4 meses o pinguim macho tem a tarefa de aquecer e proteger o filhote, até o momento em que a fêmea retorna. É quando ele corre em  direção às águas oceânicas, em busca de alimentos, já que ficou o tempo todo sem comer. E, chega a vez da fêmea preparar o rebento para a vida adulta, até que possa se arriscar sozinho no mar. Então, fecha-se o ciclo até o próximo período de acasalamento.

Lançado em 2005, ganhou o Oscar de melhor Documentário em 2006. É fantástico ver os animais como "atores" em um cenário exuberante. O cineasta e biólogo Luc Jacquet  mostra em sua narrativa, um olhar sentimental sobre a reprodução dos pinguins imperadores. 

Comentários