Impressionismo:



Paris e a Modernidade, Obras Primas do Acervo do Museu d’Orsay de Paris

Esse foi o nome da exposição que trouxe 85 obras do Museu d’Orsay (Paris) a cidade de São Paulo. Monet, Renoir, Manet, Cézanne, Van Gogh, Gauguin, entre outros estiveram ali, no Centro Cultural Banco do Brasil(CCBB), para serem apreciados pelo público e que público! 



Filas enormes se formaram nas laterais do magnífico prédio, onde cada um aguardava sua vez para entrar, pois o controle de entrada era feito de acordo com o número de pessoas que já se encontravam dentro da área expositiva. Um limite de visitantes podia conferir a exposição ao mesmo tempo e quando esse limite era atingido, só entravam mais pessoas quando as que estavam dentro saiam. Por isso ocorriam filas. Mas também, um programa cultural desse nível e ainda mais gratuito, o que se poderia esperar?


Os quadros ocuparam todos os andares da instituição e agrupados segundo os sete temas: "Paris: A Cidade Moderna", "A Vida Urbana e Seus Autores", "Paris É Uma Festa", onde são retratadas cenas da vida burguesa da época e vistas do Rio Sena e da Catedral de Notre Dame.
         
 

Os demais temas:"Fugir da Cidade", "Convite à Viagem", "Na Bretanha e "A Vida Silenciosa", agrupam obras dos artistas que preferiram deixar a cidade em busca de uma vida bucólica.




Em virtude da grande procura, principalmente aos finais de semana, o horário expositivo era das 10 às 22 h (terça a sexta) e aos sábados e domingos das 8 às 23 h. E ainda dizem que o povo não aprecia a arte!



Quatro dias antes da inauguração da amostra eu estive em São Paulo e só pude ver as obras encaixotadas nos diversos andares do CCBB, onde tinha entrado para conhecer o prédio. Porém, como voltaria à cidade para assistir ao show de André Rieu, seria a oportunidade para conferir os trabalhos daqueles famosos artistas impressionistas. E lá estive eu, em plena manhã de uma sexta-feira, após ter passado cerca de cinco horas dentro de um avião, num voo que partiu de Porto Velho para São Paulo. Uma hora e meia de espera na fila, que, diga-se de passagem, estava muito bem organizada, e começava o meu contato com aquelas preciosidades pelo quarto andar do prédio até o sub solo.

  

Finda a visita e duas horas após, estava eu saboreando um café com creme e torta de limão na cafeteria do térreo, ao lado da lojinha onde adquiri um ímã de geladeira (para minha coleção) com a foto de um dos quadros e um minilivro “Os Melhores Pintores".



OBS: fotos retiradas da internet(Domínio Público)

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