Rondônia



Criado inicialmente como território do Guaporé(1943), passou a se chamar Rondônia em 1956 como homenagem ao desbravador das terras do Mato Grosso e Amazônia, Marechal Rondon. Mas apenas em 1981 foi elevado a categoria de Estado da Federação, tendo Porto Velho como capital. Apesar de, atualmente, não ser um estado que desperte interesse turístico, em pleno coração da Floresta Amazônica (2/3 de sua área), revela uma exótica biodiversidade e um passado histórico interessante.

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Apesar de toda essa exuberância florestal, parte importante já foi destruída com queimadas (atividade, aliás, ainda muito frequente) ou derrubada. A madeira é responsável por 80% das exportações do Estado. Também é produtor de minérios, como a cassiterita. Entre a década de 60 e 80 (século 20) incentivos fiscais à agricultura e a descoberta de minérios provocou um surto de imigrações, que triplicou ou mais a população. Nos últimos anos, com a implantação de hidrelétricas no Estado, houve nova elevação populacional, especialmente na capital. 

Rondônia possui uma área de 237.576 Km² e faz fronteira com o Acre, o Amazonas, o Mato Grosso e a Bolívia. É o elo de ligação entre o centro-sul e a Amazônia, por isso tem grande importância na distribuição de bens e produtos.

O governo brasileiro com o intuito de preservação ambiental e de coibir o desmatamento criou o Parque Nacional de Pacaás Novos.

O que ver por lá? 

Durante quatro anos tive a oportunidade de viajar algumas vezes pela região Norte e muito frequentemente passei pela capital de Rondônia: Porto Velho.

A cidade surgiu com a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, por onde escoou até o Oceano Atlântico (via rios da Amazônia), o látex brasileiro e boliviano nos tempos áureos do ciclo extrativista da borracha. Um pouco mais sobre essa parte da História do Brasil é possível ver aqui.


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